Que bom que você veio!

Olá como vai você?
Um grande dia e ótimas vibrações. ;>)


terça-feira, 29 de novembro de 2016

SILÊNCIO FECUNDO EM RESPEITO A DOR EM LUTO

Ola😔🙌
Façamos silêncio hoje 🙌❤👐 Que tal?
Estou em Órbita quando voltar o que vier e se vier compartilho...
Por ora o que salta no ❤ aos pulos e em pausas... É o sentido do se solidarizar num momento de luto e vida nesta comoção social...
❤👐🙌

Em reflexão
Nesta madrugada à pauta social e mundial mudou 👐
Hoje o clima é de luto nacional e internacional.
Nossa vibração é para que a população de Chapecó e toda região da Catarina e às pessoas direta e indiretamente afetadas, encontre abrigo no colo da amizade e sentido no seio do amor comportamento.
Tenhamos serenidade e sabedoria para acolher e promover o encontro de pessoa para pessoa num estado de plantão emocional e espiritual para com o próximo e toda coletividade.
Que haja amor, amizade e doçura suficientes para apaziguar às angústias e toda a amargura.
Que o exercício da compreensão, empatia, respeito, consideração e do cuidado se revele socialmente e humanamente na Rede Espiritual  da Compaixão em Atos e de Proteção a Vida.
Renovamos votos de elevada estima aos que agonizam em dor e ou no estado de estar atônito e ou desolado 👐🙌
Que em meio aos barulhos haja espaço para o silêncio respeitoso à vida e a morte em cadeia que se encontraram na madrugada numa tragédia sem pausa. ❤
Naturalmente toda a pauta social, mundial e imprensa mudou hoje para esse foco. E o curso da história por si só também foi tocado e será lembrado...
Atuar com a vida em vida em momentos de perdas e passagem requer sabedoria para acolher a dor com compaixão.
Que haja um silêncio fecundo e uma espera produtiva no solo sagrado de cada célula social no cuidado zeloso para com o próximo em toda sua humanidade espiritual em sofrimento.
Que o ambiente e clima de nossas atitudes e comportamentos tanscenda discursos ao encontro prático de pontes que nos conecte ao encontro com o outro.
Que saibamos fluir naturalmente em sintonia espirital com o Universo para respeitosamente respeitar pessoas, grupos, famílias e células sociais nos seus mais diferentes estágios.
Que estar presente signifique o valor da presença, da espera em pausas produtivas no silêncio fecundo e respeitoso ao luto e a vida.
Vale se fazer presente em solidariedade e fraternidade nos eventos e celebrações que certamente serão promovidos por diferentes movimentos na cidade de Chapecó e Brasil a fora e outros polos do Planeta com a postura do Espírito do Bom Samaritano, saber doar-se incondicionalmente sem olhar a quem.
Que irmanados na atmosfera do amor genuíno saibamos olhar, sentir, tocar e escutar com sensibilidade.
Que haja disponibilidade para o Encontro de Pessoa para Pessoa...
Que o mover da rede aproxime outras redes protetivas e preventivas serenamente, num movimento de VALORIZAÇÃO E CUIDADO para com a DIGNIDADE DA VIDA EM NÓS  E EM CADA SER EM SI a nutrir a DIGNIDADE HUMANA.
De nossa parte enquanto pessoa no dia de hoje em respeito ao luto e a dor, e sentir que a pauta hoje é mobilização  espiritual e humanista estamos na frequência da pausa.

Abraço sereno,
Fraternalmente,
Com compaixão,
Elaine Souza

sexta-feira, 11 de março de 2016

RECOLHER - TOCAR

Nos tempos de outrora os pássaros e pombos eram servidores das mensagens e sinais para agir, seguir, apurar ou refletir.
Há quatro semanas sonhos profundos e intensos vem me visitar, e por vezes me roubam o sono e ou o ar. Eles têm sido tão intensos e reais, quanto os da infância e adolescência. Como que numa transposição de atmosferas, e deslocamento no tempo.
Há quatro semanas conversando com uma amiga, sobre os sonhos daquela semana, ela disse: - Ah, você e os seus sonhos. O que vem agora?
Risos e Suspiros...
Num dos sonhos, tão reais, comentei com uma das pessoas que estava no meu sonho. E na real, o sonho era real, era o que ela estava vivenciando e ele também.

Há duas noites, tive mais sonhos densos. Chamo de denso e intenso, os sonhos que tenho que me parecem tão reais, e que de repente eu acordo no susto. E depois descubro que são reais e ou sinais. No dia de ontem, no período da tarde, tínhamos uma reunião com um grupo em treinamento. E como de costume, cheguei mais cedo para organizar a sala de reuniões e treinamentos. La estava eu a organizar a sala e preparar o ambiente para receber o grupo, quando me deparei, com um lindo pássaro marrom, morto na sala, entre duas cadeiras, próximo à janela (na qual um dos vidros do vitro está quebrado). Muito que provavelmente, aquele lindo pássaro, adentrou a sala, e depois não conseguiu sair, E por ali, preso morreu. Paralisada com a cena, aguardei outra pessoa chegar para retirar o pássaro da sala. E na real embora não tenha partilhado com os demais do grupo, para não assustar, preocupar e ou amedrontar, passei a tarde toda com aquela imagem e a sensação e a experiência. Uma sensação de morte, perda e sinal de algo mais. Fiquei atônita e impressionada.
Na madruga de hoje sonhei com uma pessoa que não vejo há pelo menos 06 anos. Um sonho confuso, cheio de agua para todos os lados, com soldados, exercito, policiais, uma grande confusão. No sonho eu passeava distraidamente por uma comunidade de baixa renda, que enfrentava um “Toque de Recolher”, as pessoas me olhavam, e eu caminhava pelas sem estar com os pés no chão, como que flutuando, pelas ruas com tranquilidade. Eu seguia na direção de uma ladeira. O local mais parecia uma cidade fantasma, sem vida e triste. Avistei militares do exercito olhando para um córrego, todos de cabeça baixa, e tristes, como que aguardando algo. A água ia subindo, subindo, e se espalhava. Era mais lama, do que água. Rios e correntes, tudo marrom. Eu parei me aproximei e era o mar, mas era o rio, mas era o córrego, aguas com muito barro ia tomando conta dos espaços, e arrastando tudo. Depois sumia, evaporava e voltava como cachoeiras de lama. E as ruas estavam desertas. Avistei a pessoa que não vejo há mais de 06 anos, seu nome Aparecida, ela me fez sinal, eu me aproximei. Nos, abraçamos. Ela estava bonita, robusta, bem tratada. Havia tratado o céu da boca e sua face. Eu sorri, e ela assustada disse:
- O que você faz aqui Elaine?
- Não sei, estava em casa e algo me chamou até aqui. Uma voz me disse para passear por aqui. Acho que estou passeando. Algo me disse para vir até aqui, e eu vim...
- Volte pra casa, estamos em meio ao Toque de Recolher. Você não vê?
Olho ao redor, e olho pra ela, seu semblante se torna triste e abatido. Tudo vira silêncio, luzes apagadas, portas se fechavam... Ela some do meu campo visual...
Olho, ao redor, muita dor e sofrimento...
Quando olho, não estou mais na comunidade, estou na rua que minha irmã caçula morava, e a rua dela escorre muita água, uma enxurrada de água, tudo marrom. A água vai ficando barrenta. E uma voz que é minha diz, água, barro, força, vamos isto é do inconsciente. Vamos o que estamos vendo? O que você vê Elaine?
Há uma mistura da realidade com o que não é real, é intuitivo ou fantasia. Polícia, Exército, Comunidade, Correria, Tiroteio?
Há já sei estou misturando cenas da novela, com as imagens que vi no aeroporto de Congonhas, na sexta-feira passada. Ah esta angustia que me aperta o peito, é por conta do pássaro tão lindo que vi morto na sala 13 ontem, e por conta de ter ficando pensando no que me preocupa, deve ser isto. Num dialogo comigo mesma, no meio do meu sonho, estou sonhando dormindo, porém acordada, e dormindo. A voz continua, não é só isto, vamos em frente tem algo mais pra ver e visitar. Ainda dormindo de repente me vejo num salão sombrio, não gosto de estar ali. O local é amplo e úmido, sufoca e alivia, e protege as pessoas do que esta acontecendo do lado de fora. Elas se abrigam da água barrenta. Observo as pessoas com medo e espalhadas. As pessoas clamam. Uma voz diz:
- Tranquilidade, calma, aqui é seguro.
Há grandes espaços entre uma pessoa e outra. A cena muda, estou em outro local, ora, contudo, no mesmo lugar, e flutuando. Eu estou falando de modo duro e enérgico com um minha irmã caçula, depois com outra pessoa, e outra. E eu continuo “Chega, acorda, olha, olha, é hora de acordar, para e se olha, veja, você consegue, ver?”.
Nós vamos passeando por diversos momentos de suas vidas, por ruas e lugares conhecidos, lugares estranhos e desconhecidos por mim, e conhecidos por elas. Porém é estranho, pois eu as guio, a estes lugares.
E quando acontece o grito: - Chega, chega, cada pessoa vai se recolhendo, recolhendo, se encolhe, até que retorna ao útero materno. E eu me afasto. Elas adormecem.
Volto ao salão estranho e úmido, estranhamente vejo pessoas que conheço entre aquelas pessoas, pessoas que se encontram em sofrimento. E que não faz parte daquele lugar. Vejo um primo querido, outra prima, minha irmã mais velha. Depois passo a ver pessoas desconhecidas, tudo se mistura, e as pessoas vão se posicionando na posição fetal.  
Um homem entra na sala, e ele começa a gritar, e atira água limpa em direção às pessoas, porém às aguas são lançadas nas paredes escuras, como chicotadas, e raios que formam imagens nas paredes. A cada arremesso o local da parede que recebe água, fica claro. Raios na cor azul e branco. Aquilo é desconfortável inicialmente para as pessoas, e aos poucos vai acalmando, e elas dormem, há um reconforto. O home fala coisas estranhas e dolorosas, uma língua diferente, as pessoas ficam com medo, se assustam, sentem receio e dor, e ao mesmo tempo aliviadas. Elas se encolhem, e voltam à posição fetal. Eu observo, observo, o azul e o branco aparece, há cura, há alivio e dor. Eu olho o homem, destemido e enérgico, ao longe, do alto, flutuando. E então tomo num susto, porque aquele homem sou eu. Tomei um choquei e acordei na posição fetal, na vida real, com falta de ar, e uma lambida no nariz. Sim, a Pytuka (minha cachorrinha), me acordou com uma lambida no nariz. (risos). Ufa que alivio. Porém ao perceber que estava na posição fetal, o sonho passou em fleches ao despertar, e tomei nota, para buscar compreender.  Preparei o café da manhã, fiz algumas coisas. E logo peguei o telefone e telefonei para minha mãe, para saber se ela estava bem, e passamos 02 horas ao telefone. Enfim, uma manhã estranha ou esquisita? Uma certa angustia, sensação de dor e sofrimento no ar, olhei para o céu, e lembrei de uma amiga, que chama os dias com o azul da cor do céu de “Dia com Sabor de Menta”, e pensei é Li, hoje esta esquisito. O dia não tem o sabor de menta, tem cinza e dor no ar. O que será? E assim passei a escrever e refletir. Senti uma vontade de mexer com terra e plantas, e fui fazer isto. O telefone tocou, e era uma pessoa querida a pedir ajuda. O WhatsApp tocou, e era outra pessoa em sofrimento. Pensei comigo? Será que era isto? Voltei a escrever, e a sensação estranha não passou. A voz da intuição sussurrou, tem mais, observe, olhe ao redor, mais esta por vi. Coisa estranha, uma forte sensação de morte e vida, desespero e alívio, paz e guerra. Observe ao seu redor, observe. Parei de escrever e olhei pela janela. O céu cinza. E logo que susto, meu deus o que é isto? Uma Pomba voando na minha direção. Sério, há poucos minutos uma pomba se bateu na janela da minha sala, ela vinha voando direto para dentro da minha casa. (SP. 10/03/2015 – 14hs07min). A janela é grande e toda de vidro. Ela se bateu, porém não caiu, conseguiu se segurar com as asas. Assim permaneceu firme. Consegui me aproximar um pouco dela. E conectei aos tempos antigos, então pensei, qual o sinal? E disse em voz alta - Qual a mensagem você veio me trazer, Pomba? O que se passa? Senti angustia e um nó na garganta. E ela partiu da minha janela para outros ares. Seguiu, para a direção Oposto que havia surgido. Assim, o meditar, orar, e parar tudo, e escrever. Um dia travado, e intensamente conectado. Fleches de imagens. Loucura ou Lucidez? Qual o sentido? O que faz sentido?

Por fim ao ver a Pomba cinza com branco, se debater no vidro da janela, se segurar com as próprias garras, e conseguir manter-se, segura, me olhar, abrir as asas, e voar; conectei com o pássaro marrom, que vi ontem caído e morto no canto da sala. 

Sonhos e Realidades...
Com ebulição, pensamentos vivos...

Elaine – SP. 10/03/2015 – 14hs45min 

ALGO NO AR – FAZ DE CONTA DO REAL AO IMAGINÁRIO

Sempre houve o haverá...
Haverá os que não percebem e ou negam perceber.
Haverá os que percebem e ou sempre afirmam perceber.
Haverá os que percebem e negam perceber.
Haverá os que percebem e se negam o perceber.
Os que não aceitam, e negam não aceitar.
Os que aceitam que não aceitam, e se negam aceitar.
Maluco, como aceitar que não aceita, e continuar sem aceitar.
Se aceitar “é o que é”, não implica concordar.
Como aceitar, que não aceita, e continuar sem aceitar.
Como aceitar que não aceita, e promover a mudança, no aceitar o “é o que é”?
Negar-se a experiência, ao renegar receber o que veio...
Negar-se a vivenciar a dor, o sofrimento, o real e o ilusório como é...
Colorir ou tirar as cores do que é...
Implica em continuar a não aceitar, o que se pensa ter aceitado que não aceita...

E assim o preço do faz de conta só se faz aumentar
Nos juros da injuria
A dignidade humana se desfalece
No emaranhado da dor, você reclama que ninguém te vê ou te apoia.
Na loucura do sofrimento, há superficialidade da intensidade eufórica.
Nos descaminhos da euforia o confundir-se com alegria
E cá nos indagamos
O que é deixar-se ver?
Ter olhos de enxergar
Coração de sentir
Ouvidos de ouvir
Seremos ou estaremos nós despreparados para ver além do Faz de Conta?
Somos de fato preparados, ora tão somente, para negar-se a pagar o Preço da Conta, quando o Faz de Conta, se escancara?
Tudo cai por Terra
Atônitos, nos indagamos “Como assim?” “Mas não era assim” “Nunca houve sinal algum” “Mas estava tudo tão bem”, “Por que, por que por que”...
Os sinais estão ai, por todos os lados e a todo tempo...
O que querem ou esperam por vir...
Esperam por nós, o que há de vós...
Melhor, tudo passa em desígnios?  
Logo passa um tempo, o choque e o impacto mais intenso se dissipam...
Na terra do esquecimento, voltamos aos velhos hábitos.
E novos preços, novos juros, coisa louca a conta só aumenta?
Dores, doenças, dissabores, mágoas, sofrimentos, tristezas?
E o que dói mais “exagerar” na dose que escancara a própria dor, a dor do outro e a dor social e ou “exagerar” na dose que camufla, esconde, nega, oculta os desatinos, dores, e sombras próprias, do outro, do social, na tradução dos “SEGREDOS EM FAMÍLIA” e os “SEGREDOS DE SI”...
Vai, vem, volta...
E lá esta o “dejá vú”...
São os extremos que chocam? É no impacto que você para, para PARAR?
Anestesiados estaríeis vós ao ponto de não encontrar o meio, o ponto de equilíbrio na ambivalência do “PRECO DO FAZ DE CONTA”?
Quem sou eu, quem é você, quem é o outro, quem somos nós, para dizer, apontar ou afirmar, o que se sabe, e já cantou e escreveu a “poeta” – “cada um sabe a dor e a delicia de ser o que é”?
De um lado possam-vos, indagar será que sabe do outro lado, é possível sentir que sabe o que sabe, sabe o que não sabe, e não sabe o que pensa que saber?
No Preço, o desafio de reconhecer um pedido de ajuda, uma necessidade de ajuda, e uma abertura para ajuda...
No Faz de Conta, a sabedoria, para com a prontidão do ser ajuda, saber ser a ajuda que o outro quer e deseja receber e ou reconhecer que não se consegue e ou não se deseja ser esta ajuda...
Difícil? Fácil? Certo? Errado? Negativo? Positivo? Chocante? Normal? Inusitado? Esperado?
Oh sábia isenção de rótulo, quando tudo é somente o emergir de Defesas e Aberturas na afronta que nos afronta entre o viver e o existir, o ser e sobreviver. O mundano e o espiritual.

Por ora, por aqui de passagem, em pausas, na angustia aparentemente inexplicável em sem sentido, ora com tamanha significância que na imensidão dos sentidos, tudo faz sentido, há dor, o que há?

Em reflexões, nas ondes e frequência num dia que amanheceu diferente do sabor de menta, e que de algum modo nos faz captar frequências de dor e disfarces, na ausência da pretensão por assim dizer, apenas inspiramos e expiramos o que nos coabita. Coisa estranha e que não sabemos explicar, apenas fluir...

Com Amor – Em Reflexões

Elaine Souza – SP. 10/03/2015 – 12hs30min

O PREÇO DO FAZ DE CONTA

Estar ao lado de alguém “queixoso”, “reclamão”, “pessimista ao “extremo””, “que enxerga em tudo e todos somente o fardo e a perda”, que para tudo só enxerga sombra, dor e sofrimento, por vezes ultrapassa o sentido de ser um fardo pra você?

Estar ao lado de alguém “deslumbrado”, “mudo para queixas”, “otimista ao “extremo””, “que enxerga em tudo e todos somente o dever e o ganho”, que para tudo só enxerga luz, prazer e alegria, por vezes ultrapassa o sentido do ser estranho pra você?

Seriam dois extremos? Ambivalência? Fuga? Negação? Mecanismos de defesas para com a sobrevivência? Um jeito de “estar” e “ser” no sobreviver?

Em terra de Selfies e Redes Sociais, há a regra do enaltecimento exclusivo as cores, prazeres, bem estar, exaltação e euforia?

Isto é mais, um equivoco social? Faz parte do imaginário coletivo, ou é fato? Sê faz parte do imaginário é fato?

Cada individuo, passa a imaginar que no “FAZ DE CONTA”, será mais fácil viver, aceitar e ser aceito, e assim segue faminto na mesma ausência de si, que o outro?

APARÊNCIAS e EXTREMOS NA REGRA DO JOGO
Vitima, Vilão, Herói, Duble, Expectador, Autor, Coautor, Direção, Coxia
Todos em um, um para todos, e ou cada um em todos? Simultâneos, “esquizofrênicos” e ou distintos papeis.

Cada um foi, vai, e continua nutrindo o faz de conta, e ao mesmo tempo se queixa disto?
Estamos satisfeitos, por isto, nutrimos o “CICLO VICIOSO” do “FAZ de CONTA”. E ora ou outra ESPANTADOS com o PREÇO, nos queixamos da CONTA, nos INDIGNAMOS com o PREÇO, e na sequência numa mecanicidade prosseguimos nutrindo a mesma frequência?

Estamos incomodados com o PREÇO e ou cansados do FAZ DE CONTA?

Mudamos as ferramentas e os canais, ora, contudo, o mecanismo, sistema de comunicação e sua frequência “APARÊNCIAS, COINCIDÊNCIAS, ALTOS PREÇOS, CHOQUES, ESPASMOS, E A FREQUÊNCIA DO FAZ DE CONTA”, permanece?

“Porque, no meu tempo (...), na minha época (...), antes não era assim (...)? Sempre foi (...)? Mudou a intensidade? Mudou a frequência? Continuamos de geração em geração, aprendendo e apreendendo em tribos (...)? Nos, perdemos dos valores espirituais da tribo (...)?”.

A ausência e ou a diminuição do tempo para o “respiro”, o recuperar-se do “caldo no mar”, é que mudou e não mais estamos conseguindo administrar “emocionalmente” e “espiritualmente” a dor e o sofrimento?

Paramos ou somos parados pela vida? Você para e sente a vida, ou a vida te para, para sentir?

As moléstias e epidemias do passado, mudaram, suas formas de ataque e extermínio transformador, no dueto “caos e ordem”, “entropia e sintropia”, continuam a seu modo de todo modo, latentes. Será que é isto, nos Ciclos da História?

O conhecimento e a ciência aumentam o poder de cura, e por consequência a deturpação deste poder em meio aos jogos de interesses? Quanto maior o conhecimento, a ciência e o saber, maior o preço?

Com Amor – Em Reflexões
Elaine Souza – SP. 10/03/2015 – 11hs42min

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

UMA CASA CHAMADA FAMÍLIA

Neste último domingo 06 de dezembro de 2015, no período da manhã, tivemos o prazer de reencontrar e estar com amigos de ideais, parceiros e lideranças servidoras. Numa pausa para revisitar um tema outrora já degustado e apreciado por nós “O DAR DE SI – O RELACIONAMENTO COM A FAMÍLIA E O AMOR”, o prazer da companhia e facilitação de um Belo Ser, carinhosamente Sueli Conchon.

Das pérolas partilhadas, sobre, à CASA CHAMADA FAMILIA, o piso e fundação “AMOR”, as quatro paredes “Autenticidade, Estabilidade, Assistência e Harmonia” e do teto “Aceitação”, aos papeis “Mulher, representação do CARINHO”, “Homem, representação da AUTORIDADE, através da sua moral, elevada”, e da “Criança, vencer o egoísmo”, para que a “Casa Família” possa ser vivenciada enquanto Lar. Apreciar cada perola ali, partilhada, nos movera a diversas revisitações, insights, sensações, sentimentos, intuições e pensamentos numa saborosa inquietação produtiva.

No misto entre dor e prazer, ao encontro do equilíbrio, nesta ambivalência, do ser, estar, e querer ser “Família” o processo de reflexão e observância por entre flagelos e riquezas desta Casa, que se almeja ser Lar.  

Por entre viagens ao passado e presente, o que nos parece distante e tão próximo da atualidade, o que se semeou e as colheitas, o que aceitamos, aquilo que negamos, esquecemos ou pensamos esquecer, encontramos nossa criança interior, os adultos que a inspiraram, e os que continuam a serem inspiradores. As outras crianças, os adolescentes, jovens, adultos e idosos do convívio, as lições apreendidas e as lições incompreendidas.

Carinho, Autoridade Moral e Generosidade, tecidos estampados, nas paredes da Autenticidade, Estabilidade, Assistência e Harmonia, no solo do Amor e da Aceitação, eis aqui a sensação de contínuo encontro e reencontro.

Palavras faladas, palavras escutadas, palavras vazias, palavras mascaradas, palavras absorvidas, palavras profundas, palavras sentidas...

Atitudes observadas, atitudes copiadas, atitudes almejadas, atitudes distorcidas, atitudes negadas, atitudes sentidas, atitudes tocadas...

Comportamentos observados, comportamentos impostos, comportamentos cobrados, comportamentos absorvidos, comportamentos conectados, comportamentos de sentido...

Ilusões, distorções, realidades, meras percepções?
O que se sente? O que se quer sentir?
O que se nega? O que se aceita?
Quem define? Por que define?

O que abominamos?
O que copiamos?
O que vivenciamos?
O que se faz autêntico no outro?

O que se faz autêntico em nós mesmos?

Idolatria? Faz de conta? Negação? Tentativas? Frustrações? Realizações? Concretude?
Nesta arte do Viver, eis a intensa arte do aprender a Conviver...

Inesquecível aquele encontro de 1988 / 1989, num mergulho e reflexão sobre a “A Difícil Arte de Aprender a Conviver”, e dentre tantas dinâmicas, a da “Cobra Cega e o Exercício da Confiança”, tudo mudará, num profundo descortinar de véus. Tudo muda quando se inicia um processo de passar a ver nossos pais, irmãos, filhos, família, parentes, amigos e conhecidos, fora destes papeis, ora tão somente enquanto aprendizes, enquanto seres em processo de evolução e transformação, assim como a nós mesmos.

Mudanças de Mapas, alterações no Terreno. Reconhecer “Nosso Território” enquanto algo hiperdinâmico e não mais fixo e imutável. Descobrir a dor e a delicia da continua metamorfose.

Libertar-se da máscara da perfeição, e descobrir que a perfeição trata-se tão somente das “imperfeições” e “diversidades” que compõe a beleza da colcha de retalhos.

Mover-se da tendência do “CERTO” e “ERRADO”, “POSITIVO” e “NEGATIVO”, ao encontro dos simples “ESTADOS EMOCIONAIS”, das fases de “ABERTURA” e “DEFESA”, “CONFIANÇA” e “INSEGURANÇAS”.

Nosso convite não é para assumirmos uma postura crítica e cruel, aos que precisam, necessitam e divulgam no “faz de conta” que “A GRANDE FAMÍLIA É PERFEITA” e se traduz num lar cujo solo é o “AMOR GENUÍNO”, as quatro paredes “Autenticidade, Estabilidade, Assistência e Harmonia”, não possuem rachaduras, remendos, pinturas, descascados, buracos e etc., que seu teto “Aceitação”, não tem vidro e é respeito genuíno no conviver com a diversidade, que a Mulher e Mãe, no cumprimento do papel “CARINHO”, é pureza e sabe dar de si, sem cobrar, exigir ou pedir algo em troca, que o Homem e Pai, exercem sua “AUTORIDADE”, simplesmente por inspirar e respirar uma moral elevada, e que Criança - Filhos são genuinamente generosos e dão de si, com pureza de intencionalidade, que ser e estar FAMÍLIA, são algo simples e natural, e genuinamente assim vivenciado.  E sim para exercitar a compaixão e reconhecer que a “CASA FAMÍLIA” é uma oportunidade de exercitar também o “espirito Samaritano” e a parábola da “Semente em Solo Fértil”.

E transmutar a tendência de condenar e ao mesmo tempo alimentar o “viver de aparências” - sem problemas, livre de vícios e mazelas e ora tão somente a expressão mais sublime e pura das melhores virtudes. Uma vez que até mesmo dizer, apontar ou querer significar que há quem faça isso, já é por si só sentença.
 
Nosso convite é para com a transcendência dos julgamentos, ao encontro do “si mesmo”, na vigilância e contínuo exercício de perdão e auto perdão, para além do sentido do “certo e errado” – “moral e imoral”, ao encontro da aceitação de que todos nós estamos em processo. E que neste exercício, nossa maior prática possa ser a compaixão do servir e dar de si, sem espera ou exigência trocas, reconhecimentos e ou méritos.
 
Que possamos reconhecer nossas conexões e frequências, e assim abrir-se a sabedoria do importante e urgente, emergente e essencial, para reconhecer que cada papel que escolhemos, assumimos e aceitamos, exige e exigira de nós mudanças, comportamentos e atitudes, que requerem vigilância e realização.

A Família, a Vida e Sociedade não se sustentam em discursos vazios. E um dos exercícios mais profundos nesta oportunidade de ser e estar “Família, Vida e Sociedade” é aprender com generosidade dar de si, renunciar, partilhar, perdoar, voltar atrás, seguir adiante, agradecer e entregar-se, numa contínua e infinita retribuição e reconhecimento com amor e compaixão, a tudo o que generosamente já recebemos da vida e de todos, desde a nossa fecundação.

Reconhecer as repetições, as situações em que muda o cenário e os personagens, ora, contudo, a peça é a mesma, para assim romper os ciclos viciosos e transmutar, aprender com os sinais. Promover mudanças de atitudes e comportamentos, na conquista de novos e melhores resultados.

Gratidão, com amor
Abraço fraterno,
Elaine Souza – SP. 08/12/2015 – 15h12minhs

Benji

Benji

Compartilhando...

  • www.gife.org.br
  • www.guiadolitoral.uol.com,br
  • www.metafora.com.br
  • www.spaigarata.com.br
  • www.sparecanto.com.br